[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][image_with_animation image_url=”6382″ alignment=”” animation=”Fade In” box_shadow=”none” max_width=”100%”][vc_column_text]Pós-júnior, como chamamos quem já participou de empresas juniores, Saulo é um ex-membro da TCP que atuou durante os anos de 2008 e 2009 na empresa, ele nos disse algumas palavras sobre o diferencial que participar do Movimento Empresa Júnior trouxe para a carreira dele.
TCP: Qual sua profissão atualmente e em qual empresa?
Saulo: Atualmente sou engenheiro assistente de Orçamentos na Mota-Engil Perú, maior grupo de engenharia de Portugal.
TCP: Qual cargo você exerceu na TCP?
Saulo: Na TCP eu comecei como Assessor de Marketing (2008) e depois fui Diretor Adm-Financeiro (2009).
TCP: Como a TCP ou a passagem pelo movimento empresa junior influenciou você e a sua carreira ?
Saulo: Desde o começo do curso eu nunca me senti a vontade, não gostava de nenhuma matéria e estudava por obrigação. Como resultado disso cogitei desistir 2 vezes (final do 1º e do 3º ano). Nunca fui de esperar as coisas acontecerem e sempre busquei me informar sobre as coisas, fazer cursos, participar de eventos, palestras, tudo o que pudesse me agregar alguma cosia e parecesse interessante.
Resultado disso, conheci e entrei na TCP. Foi através dela e do MEJ (através dos eventos e do networking) que comecei a conhecer sobre gestão de empresas, ferramentas de controle e de performance, etc etc. Descobri que a engenharia não era só autocad, concreto e obra.
Depois disso participei de outras coisas, em outras organizações também como voluntário, e comecei a me descobrir cada vez melhor e direcionar os esforços (porque até então eu atirava para todos os lados). Ou seja, em poucas palavras, a TCP e o MEJ me ajudaram a descobrir o que eu realmente gostava (autoconhecimento) e a criar uma rede de contatos em todo o país (que me trouxeram novas oportunidades depois).
Acho que o maior diferencial que o mundo Empresa Júnior nos traz é o conhecimento prático tanto técnico quanto em gestão, o empreendedorismo e o networking.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]