TCP Entrevista – Saulo Pandini

  • 10/06/2013

Pós-júnior, como chamamos quem já participou de empresas juniores, Saulo é um ex-membro da TCP que atuou durante os anos de 2008 e 2009 na empresa, ele nos disse algumas palavras sobre o diferencial que participar do Movimento Empresa Júnior trouxe para a carreira dele.

TCP: Qual sua profissão atualmente e em qual empresa?

Saulo: Atualmente sou engenheiro assistente de Orçamentos na Mota-Engil Perú, maior grupo de engenharia de Portugal.

TCP: Qual cargo você exerceu na TCP?

Saulo: Na TCP eu comecei como Assessor de Marketing (2008) e depois fui Diretor Adm-Financeiro (2009).

TCP: Como a TCP ou a passagem pelo movimento empresa junior influenciou você e a sua carreira ?

Saulo: Desde o começo do curso eu nunca me senti a vontade, não gostava de nenhuma matéria e estudava por obrigação. Como resultado disso cogitei desistir 2 vezes (final do 1º e do 3º ano). Nunca fui de esperar as coisas acontecerem e sempre busquei me informar sobre as coisas, fazer cursos, participar de eventos, palestras, tudo o que pudesse me agregar alguma cosia e parecesse interessante.

Resultado disso, conheci e entrei na TCP. Foi através dela e do MEJ (através dos eventos e do networking) que comecei a conhecer sobre gestão de empresas, ferramentas de controle e de performance, etc etc. Descobri que a engenharia não era só autocad, concreto e obra.

Depois disso participei de outras coisas, em outras organizações também como voluntário, e comecei a me descobrir cada vez melhor e direcionar os esforços (porque até então eu atirava para todos os lados). Ou seja, em poucas palavras, a TCP e o MEJ me ajudaram a descobrir o que eu realmente gostava (autoconhecimento) e a criar uma rede de contatos em todo o país (que me trouxeram novas oportunidades depois).

Acho que o maior diferencial que o mundo Empresa Júnior nos traz é o conhecimento prático tanto técnico quanto em gestão, o empreendedorismo e o networking.

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